Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook Instagram YouTube
    Canto dos Clássicos
    newsletter
    • Início
    • Resenhas de Filmes
    • Listas
      • Melhores Diretores
      • Filmes de cada país
      • Todas as listas
    • Movimentos
      • Surrealismo
      • Neorrealismo Italiano
      • Montagem Soviética
      • Nouvelle Vague
      • Cinema Novo
      • Expressionismo Alemão
    Canto dos Clássicos
    Cinema

    Perdido em Marte – 2015 (Resenha)

    Lucas Pilatti MirandaBy Lucas Pilatti Miranda25 de janeiro de 2016

    Se pensarmos nas últimas produções de Ridley Scott, talvez fiquemos com receio de assistir Perdido em Marte, mas aí você lembra de Alien, o Oitavo Passageiro (1979) e, principalmente Blade Runner, o Caçador de Andróides (1982), respira fundo e assiste torcendo para não se decepcionar. Não é que deu certo? Lançado em 2015 e concorrendo em 7 categorias do Oscar 2016 (Melhor filme, Melhor ator, Melhor roteiro adaptado, Melhor design de produção, Melhores efeitos visuais, Melhor edição de som e Melhor mixagem de som) Perdido em Marte é divertido e não cansa.

    É indiscutível, a produção do filme é magnífica e de encher os olhos. Além disso, Matt Damon leva o filme sozinho com uma atuação fantástica e digna de Oscar, mas para o azar dele, a concorrência está pesada esse ano. Por outro lado, ele deve comemorar, afinal, já levou o prêmio de “Melhor ator de comédia ou musical” no Globo de Ouro 2016.

    Baseado no romance com o mesmo nome do escritor Andy Weir, o longa já começa no Planeta Vermelho, onde uma equipe de astronautas norte-americanos, chefiada por Melissa Lewis (Jessica Chastain), realiza um trabalho de campo. Até que uma tempestade repentina interrompe as pesquisas e eles precisam voltar imediatamente para a base.

    Atingido por uma antena, o botânico Mark Watney (Matt Damon) é dado como morto e deixado para trás. Porém, sobrevive. É aqui que a essência do filme começa pois, num intervalo de 4 anos, Mark precisa se manter alimentado e saudável, pois é o tempo necessário para a equipe conseguir chegar novamente até Marte.

    Por mais ficcional que tudo isso possa parecer, o roteiro de Drew Goddard faz com que tudo fique o mais realista possível. Deixo de lado os aspectos científicos, afinal, o que está sendo estudado aqui é um filme e o como ele conta uma história (se eu quisesse algo cientificamente perfeito, eu estaria assistindo documentários espaciais comandados e escritos por CIENTISTAS).

    Agora você pode se perguntar… “mas por que Matt Damon levou o prêmio de melhor ator de comédia ou musical?” Pois é, eu também me pergunto isso até hoje. Acontece que o filme por mais dramático que possa parecer, leva uma pitada de comédia e aqui, mais uma vez, ressalto a importância da bela atuação do ator.

    Se você já assistiu Gravidade(2013) e/ou Interestelar (2014), pode ser que estranhe a natureza de Perdido em Marte. Eu digo isso porque fui assistir ao filme com uma ideia muito diferente do que ele realmente é, achei que fosse ver algo como os dois filmes citados, mas não, é totalmente diferente e essa surpresa é boa e igualmente interessante.

    A fotografia do filme é bela, mas não se compara aos 70mm de Os Oito Odiados, ao deserto de Mad Max e nem ao azulado de O Regresso. Mas os efeitos visuais, esses sim merecem créditos. A ambientação do filme é muito bem feita e sucessão de imagens é incrível.

    Posso concluir que Scott voltou com peso em 2015 para escrever, novamente, o seu nome na sétima arte. E você, o que achou do filme? Deixe nos comentários suas impressões dessa obra.

    Previous ArticleFilmography 2015 – os filmes mais marcantes do ano em um único vídeo
    Next Article Cidade dos Sonhos – 2001 (Resenha)
    Lucas Pilatti Miranda
    • Facebook
    • Instagram

    Criador do Canto dos Clássicos, fascinado por música, cinema e uma boa cerveja. "A vida passa rápido demais, se você não parar e olhar para ela de vez em quando, pode acabar perdendo." - Ferris Bueller's Day Off.

    Postagens Relacionadas

    David Cronenberg: Surrealismo e Horror Corporal

    29 de março de 2025

    A Paixão de Joana d’Arc – 1928 (Resenha)

    28 de fevereiro de 2025

    Psicologia no Cinema: quando a mente humana se torna protagonista

    26 de fevereiro de 2025

    Os Sete Samurais – 1954 (Resenha)

    27 de junho de 2024
    Leave A Reply Cancel Reply

    Canto dos Clássicos
    Facebook Instagram YouTube
    © 2026 Canto dos Clássicos | Todas as imagens aqui contidas são marcas registradas dos seus respectivos proprietários. Polítca de Privacidade.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.